King Crimson: ame-o ou deixe-o. É difícil alguém gostar "mais ou menos" do King Crimson, geralmente se ama ou se odeia. No caso deste disco, a estreia da banda, sempre pairou uma discussão: psicodélico ou progressivo? Eu digo que é progressivo, com toques psicodélicos. Mesmo assim acho que vale o post. O grupo surgiu na Inglaterra em 1969 e já de cara lançaram essa pérola, fruto da mente perturbada do band leader Robert Fripp e megalomaníaco(guitarra/mellotron). Fripp levou as estruturas complexas do jazz e da música clássica para o rock, evitando os excessos cometidos, por exemplo, pelos Moody Blues. O nome da banda surgiu a partir de uma das músicas compostas por Peter Sinfield, "The court of crimson king", um dos carros-chefes deste álbum. A formação da banda neste disco traz ainda o Greg Lake, que havia tocado com o Keith Emerson no lendário Nice e depois os dois formaram um trio com o Carl Palmer. Mas isso é outra história... Bom, o álbum começa com a paulada de "21st century schizoid man", passa pela suave e lírica "I talk to the wind", pela bela "Epitaph" e por aí vai. Apesar de sair um pouco da linha de rock psicodélico seguida por este blog, espero que gostem.
Esse é o tipo de albúm em que você pode se sentar num sofá bem confortável ou deitar na cama com um fone de ouvido num som baixo e fechar os olhos. E ai, é só viajar.
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